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Saúde é maior desafio do próximo governo e investimento em tecnologia é fundamental

Questões ligadas à saúde estão no topo das principais preocupações do brasileiro neste ano eleitoral, segundo pesquisa do Datafolha. O tema é o assunto mais citado, com 22% das menções. Tudo isso, ainda reverberando a grande crise que vivemos no auge da Covid-19, nos anos de 2020 e 2021. A pandemia represou um grande volume de consultas, tratamentos e cirurgias, tanto pela indisponibilidade de leitos, ocupados por pacientes com Covid-19, quanto pela natural precaução dos pacientes que optaram não frequentar instalações médico-ambulatoriais-hospitalares, por conta do alto risco de contágio. Este represamento de demanda continua sobrecarregando o sistema de saúde. Mas, a aflição do povo tem solução, isto se o presidente eleito no País investir em tecnologia. É a hora e vez de implantar, de fato, o conceito de Open Health. 

 

O Open Health passa pela interoperabilidade dos dados de pacientes, com total segurança. O que otimiza os atendimentos, onde quer que eles aconteçam, com a disponibilidade total de históricos completos de forma integrada e acessível, mesmo quando gerados em diferentes sistemas. Tudo isso é possível graças à computação em nuvem e pode ser crucial para melhorar a qualidade do atendimento e auxiliar diagnósticos mais precisos. 

 

Na prática, isso significa que, ao passar por consultas com médicos de diferentes especialidades, o paciente terá seus dados prontamente disponíveis em toda a rede envolvida. Desta forma, o paciente seria rapidamente identificado com o compartilhamento de informações. E, com acesso a estes dados na nuvem, os protocolos de atendimento tornam-se mais ágeis e eficientes, com aplicação, inclusive, em consultas remotas, fomentando e respaldando a telemedicina. 

 

A prática atualmente oportuniza acesso a atendimento médico remoto com qualidade e rapidez, prometendo ser uma solução para esvaziar filas de atendimento em pronto-socorros, já que a comunidade médica reconhece que 80% das consultas realizadas em postos de saúde podem ser solucionados por meio da Telemedicina. 

 

De acordo com a Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), a telemedicina, regularizada no País desde maio de 2022, totaliza mais de 6,5 milhões de consultas, desde abril de 2020, quando começou a ser praticada.  

 

Com a nuvem, a telemedicina ganha em velocidade e estabilidade, pois a estrutura consegue lidar com grandes volumes de dados, possibilitando as chamadas de vídeo de forma eficaz. Além disso, com dados de pacientes disponíveis no sistema é possível ter mais insumos para diagnósticos cada vez mais qualificados.  

 

O Open Health pode ir muito além do atendimento individual, trazendo benefícios ainda maiores. Não há como negar que a pandemia acelerou o desenvolvimento tecnológico, principalmente quando se trata de padrões abertos e interfaces de programação de aplicativos para facilitar a fluidez e o compartilhamento de dados entre vários sistemas eletrônicos de registros de saúde e repositórios de dados. 

 

Além de terem contribuído para o desenvolvimento de vacinas para a Covid 19, os bancos de dados podem ser acessados entre laboratórios e instituições científicas, que compartilham suas impressões e resultados de pesquisas, colaborando para a criação de novos medicamentos para doenças graves.  

 

Essas informações, mantidas em confidencialidade, podem ser avaliadas para identificar tendências, problemas e desenvolver soluções. Com isso, é possível ter uma visão geral das condições médicas mais prevalentes e antever problemas, preparando a cura para doenças e existentes e prevenindo novas epidemias.  

 

Para ter todos estes benefícios, a previsão é de grande investimento ao redor do planeta. De acordo com pesquisa realizada pela McKinsey as receitas globais de saúde digital aumentarão de US$ 350 bilhões em 2019 para US$ 600 bilhões em 2024 e entre os investimentos estão tecnologias para garantir a interoperabilidade dos sistemas. Por isso, o governante eleito do Brasil precisa estar atento para começar a mudar esta realidade por aqui também, já a partir de 2023. 

 

E ferramentas não faltam. Os serviços de interoperabilidade comerciais e de código aberto estão ficando online, por intermédio do FHIR (Fast Healthcare Interoperability Resources) Works on AWS, uma nova Implementação de Soluções da Amazon Web Services, que pode ser usada para criar uma interface de Recursos Rápidos de Interoperabilidade de Assistência Médica, com aplicações e dados médicos existentes.  

 

Com tantas inovações permeando o campo da saúde, a preocupação com o setor tende a diminuir, caso sejam feitos os investimentos corretos. Investir em tecnologia é otimizar tempo e espaço, com teleconsultas rápidas e assertivas, com dados organizados, minimizando erros em diagnósticos e contribuindo para pesquisas. A tecnologia é a melhor solução para acabar com filas em hospitais, que acabam expondo os pacientes a cada vez mais riscos. O futuro e a salvação da saúde é a inovação. 

*Por Wagner Andrade, CEO da dataRain 

 

Sobre a dataRain

A dataRain, membro premiado da AWS Partner Network (APN), é uma empresa 100% orientada à computação em nuvem com experiência real. Presta serviços nas áreas de Saúde, Educação, Terceiro Setor, Governo, Utilities, Agronegócio, Serviços Financeiros e Setor Privado. Soma mais de 160 certificações oficiais AWS entre os membros da equipe, com expertise de mais de 12 anos no segmento de computação em nuvem. Com confiabilidade, inovação, comprometimento, agilidade e maleabilidade, visa apoiar o crescimento dos clientes e proporcionar tranquilidade em relação à TI, armazenamento e segurança de dados 

 

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