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Robô Laura – descubra como ele está inovando a saúde

O Robô Laura está agilizando diagnósticos em hospitais brasileiros e tem agido até mesmo contra o coronavírus

 

Solução em parceiria entre AWS (entregue por dataRain Consulting) e a RNP – Rede  Nacional de ensino e Pesquisa.

 

Existe no mundo científico e na opinião pública uma expectativa muito grande sobre como os robôs poderão ajudar os seres humanos. Em 2010, o analista de sistemas Jacson Fressatto, de Curitiba, decidiu que desenvolveria um robô para salvar vidas. Foi aí que nasceu o robô Laura.

Esse fato ocorreu depois de um episódio triste: após uma gravidez turbulenta, a filha de Fressatto, Laura, faleceu com apenas 18 dias de vida, depois de um parto prematuro. A causa da morte foi infecção generalizada, complicação que afeta 2,5 milhões de pessoas anualmente no Brasil, levando a óbito até 10% delas.

Fressatto mergulhou no cotidiano dos hospitais em busca de uma explicação para sua tragédia pessoal. A explicação não veio, mas a solução, sim: desenvolver um robô com inteligência artificial para auxiliar na prevenção de complicações infecciosas. O nome do robô não poderia ser outro: Laura.

Como o robô Laura opera

O desempenho do robô Laura em prol da saúde só é possível graças às tecnologias de Computação Cognitiva e Machine Learning. Ou seja, é um robô com capacidade de aprendizagem. Conforme armazena os dados, o robô Laura absorve mais ensinamentos.

A inteligência artificial permite que Laura reúna informações de todos os pacientes. Ele analisa informações clínicas, exames de sangue e problemas pré-existentes de cada indivíduo. Junto às normas de protocolo internacionais, o sistema identifica sintomas de doenças que podem estar se agravando, gerando uma infecção.

Se antes do robô Laura, a análise clínica dependia da visita do médico ao paciente uma ou duas vezes ao dia, agora ela é feita a cada três segundos.

Ao perceber alguma alteração no paciente, o robô Laura exibe alerta nos monitores espalhados pelo hospital, manda SMS ou e-mail às equipes médicas responsáveis e, se necessário, procura a direção do hospital.

Com o auxílio do robô, hospitais conseguiram diminuir o tempo médio entre a suspeita e a confirmação de um caso de infecção generalizada de 13 horas para 3.

A eficiência da tecnologia foi colocada à prova em 2019 e não desapontou. Uma análise levou em conta o histórico de 55 mil pacientes seis meses antes e seis meses depois do robô Laura ser implantado nos hospitais. Resultado: mortalidade por infecção hospitalar caiu 25% e o tempo de internação foi reduzido em 10%.

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Parceria com o Governo Federal no combate ao coronavírus

Neste ano, o robô Laura ganhou também outra utilidade: em parceria com o Governo Federal, ele foi instalado no Hospital das Forças Armadas, em Brasília, para auxiliar na prevenção ao novo coronavírus.

O robô é responsável pelo atendimento remoto de pacientes, para auxiliá-los em casos como:

–  Se o paciente tem sintomas, o robô passa orientações sobre o coronavírus;

–  Se o paciente tem complicações, é marcada uma consulta à distância com o médico;

–  Se o caso é grave, a pessoa é encaminhada imediatamente ao hospital, onde uma equipe médica já a aguarda.

Com tamanha eficiência, a tendência é que o robô Laura seja levado a outras regiões do país, auxiliando não só na pandemia como em outras doenças. É a tecnologia sendo usada para salvar vidas!

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